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Covid-19: A Itália, já na Fase 3, se estrutura e recomeça a acolher os turistas

Dicas Cenci - 16/06/2020

Por Giacomo Cenci

Atualizado em 01/07/2020

Como sabemos, a nossa amada Itália viveu meses dramáticos, marcados por uma emergência sanitária de enormes proporções. Foi um período muito desgastante, em que o povo italiano, desde o aparecimento do primeiro foco de contágio – em Codogno (na região Lombardia), em fevereiro – foi chamado a cumprir enormes sacrifícios sociais e econômicos. O País tem passado por diversas fases, todas elas marcadas por severas medidas restritivas de movimentação pessoal, mas agora, após aproximadamente quatro meses, o povo italiano está finalmente voltando a ter uma vida social saudável e a economia aos poucos está retomando as atividades.

O balanço provisório dos contágios por Covid-19 é o seguinte (dados divulgados pelo Ministério da Saúde italiano, às 18h00 do dia 16/06/2020, fuso horário de Roma):

  • No total, desde o início da epidemia, foram registrados 237.500 casos de contágio;
  • destes, 178.526 se recuperaram oficialmente;
  • 24.569 estão atualmente infectados e sendo curados (21.091 pacientes encontram-se em isolamento domiciliar), 3.301 estão internados com sintomas leves e 177 estão internados na UTI);
  • 34.405 pessoas faleceram.

A Situação atual da epidemia

Em 26 de junho, o Ministério da Saúde Italiano publicou em seu site um novo relatório sobre a atual situação, que é possível consultar clicando aqui.

Conforme a avaliação do Ministério, no geral o quadro da transmissão por SARS-CoV-2 e do seu impacto sobre o sistema de saúde público na Itália apresenta um índice baixo de criticidade. No específico:

  • A análise dos dados refere-se ao período de 1 a 7 de junho de 2020, após a segunda fase de reabertura ocorrida em 18 de maio de 2020 (a assim chamada Fase 2). Levando em conta o tempo que geralmente decorre entre a exposição ao patógeno e o desenvolvimento de sintomas e entre estes o diagnóstico e a sua notificação, provavelmente muitos dos casos relatados no período acima citado contraíram a infecção 2-3 semanas antes, ou seja, entre a primeira e a segunda fase de reabertura (entre 11 e 25 de maio de 2020).
  • No geral, o quadro da transmissão e do impacto da infecção por SARS-CoV-2 na Itália é satisfatório. Há uma diminuição constante no número de casos e uma ausência de sinais de sobrecarga nos serviços de assistência.
  • Algumas realidades regionais, todavia, apresentam números altos de contágios, embora em constante diminuição [especialmente na região Lombardia]. Isso obriga a manter uma certa cautela, pois indica que em algumas partes do País a circulação do SARS-CoV-2 ainda é relevante.
  • Além disso, em quase toda a península foram diagnosticados novos casos de infecção na semana de monitoramento. Esses dados, que se devem em grande parte à intensa triagem e investigação de casos, demonstram que a epidemia de COVID-19 na Itália ainda não terminou.
  • É essencial, portanto, manter a conscientização da população sobre a fluidez da situação epidemiológica e continuar a cumprir rigorosamente todas as medidas necessárias para reduzir o risco de transmissão, como higiene individual e distanciamento físico.

As conclusões que o Ministério da Saúde italiano traz são as seguintes:

  1. As medidas restritivas adotadas na Itália possibilitaram efetivamente o controle da infecção por SARS-CoV-2 no território nacional, mesmo em um contexto de transmissão disseminada e persistente do vírus com uma incidência muito diferente nas 20 regiões. A situação no momento é positiva.
  2. Permanecem, na semana de monitoramento, casos de transmissão do vírus com novos casos diagnosticados, o que constituem sinais de alerta que não podem ser desconsiderados. A situação se apresenta fluída e requer a manutenção das medidas restritivas.
  3. É necessário manter alta a resiliência dos serviços locais para continuar promovendo a conscientização e a colaboração da população, realizar os diagnósticos de novos casos potenciais, isolar os casos confirmados e colocar em quarentena seus contatos próximos. Essas ações são essenciais para controlar a transmissão e, eventualmente, identificar e lidar rapidamente com novos surtos epidêmicos.

O recomeço da vida social na Fase 3

Conforme o quadro descrito acima, a situação atual na Itália, embora seja necessário manter uma atitude cautelosa, é absolutamente positiva e isso tem incentivado o Governo a liberar progressivamente a retomada de todas as atividades sociais e econômicas. Nesse momento (desde 03 de junho, estamos na assim chamada Fase 3), na Itália são permitidas todas as práticas sociais, exceto as que ocorrem em discotecas e salões de festas em geral (tanto em locais fechados como ao ar livre), atividades esportivas coletivas amadoras (que, provavelmente, serão liberadas a partir de 25 de junho) e feiras e congressos (até 14 de julho). Sobre os cruzeiros falaremos mais adiante.

O ano letivo na Itália terminou em 5 de junho, portanto as aulas presenciais, que estão suspensas desde fevereiro, voltarão em 14 de setembro, após as férias escolares.

Qualquer atividade, todavia, é permitida desde que se respeitem dois critérios absolutamente fundamentais:

  • manutenção do distanciamento social de, pelos menos, um metro entre as pessoas (2 metros em casos de atividade física);
  • utilização da máscara em todos os locais fechados abertos ao público (com a exceção dos hotéis, bares e restaurantes, desde que sejam respeitadas outras medidas de proteção, como veremos) e também ao ar livre quando não é possível manter a distância entre as pessoas. Na Lombardia, a máscara também deve ser usada ao ar livre (provavelmente, até o final desse mês). Em todo caso, permanece proibida qualquer forma de aglomeração entre as pessoas.

Turismo – a retomada das atividades

O turismo representa 13% do PIB do País e emprega, direta e indiretamente, 6% da população. É natural, portanto, que, em um cenário tão difícil para a economia italiana – a OCSE estimou que a Itália deverá perder 11,3% do seu PIB em 2020 – o Governo queira dar um impulso importante à retomada das atividades turísticas, mas priorizando em todo caso a segurança sanitária, tanto da população local, como dos operadores do setor e, obviamente, dos próprios turistas.

Quem pode entrar na Itália para fazer turismo

Antes de analisar as principais providências que foram tomadas e explicar as condições nas quais, atualmente, é possível fazer turismo na Itália, é necessário esclarecer que: no momento em que escrevemos, não é permitido o ingresso na União Europeia de turistas extracomunitários. Essa restrição à princípio é válida até 30 de junho, mas é provável que seja prorrogada para as pessoas provenientes de determinados países. A Comissão Europeia, de fato, em 11 de junho publicou um comunicado (disponível em seu site oficial) onde sugere que, a partir de 1 de julho, seja mantida a restrição para a entrada de viajantes por motivos “não essenciais” vindos de países onde a propagação do Covid-19 não está sob controle. Os critérios ainda não foram definidos, mas o princípio fundamental recomendado pela Comissão é de permitir exclusivamente a entrada de turistas provenientes de regiões onde a situação ligada às infecções por Coronavírus esteja igual ou melhor do que a da União Europeia. A lista dos países considerados inseguros será constantemente atualizada. É bem possível, portanto, que os turistas brasileiros permanecerão proibidos de ingressar na Europa a curto-médio prazo.

Atualmente, podem ingressar na Itália, sem nenhum tipo de restrição, as pessoas provenientes dos seguintes países: os membros da União Europeia, os demais países que fazem parte do Acordo de Schengen (Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça), Reino Unido e Irlanda do Norte, Andorra, Principado de Mônaco, República de San Marino e o Vaticano.

Turismo em total segurança

Como mencionamos acima, o Governo italiano adotou providências para possibilitar que as atividades turísticas na Itália – tanto individuais quanto em grupo – aconteçam em total segurança para todos os sujeitos envolvidos.

Observação: as medidas expostas abaixo são temporárias e serão constantemente revisadas e modificadas com base no andamento da situação sanitária no País. Se a tendência atual se confirmar nas próximas semanas e nos próximos meses, as regras serão gradativamente abrandadas.

Meios de transporte

Transporte aéreo

A partir de 15 de junho, nas aeronaves não será mais necessário manter o distanciamento de um metro entre os passageiros, desde que o ar dentro da cabine seja renovado a cada três minutos, os fluxos do ar sejam verticais e se adotem os filtros HEPA (trata-se de dispositivos iguais aos das salas de cirurgia hospitalares e, por esse motivo, são capazes de capturar até 99,97% dos micróbios presentes no ar). Desta forma, ao revogar a obrigatoriedade do distanciamento entre as pessoas, a normativa italiana se alinha com a europeia, que já regulamentava o transporte aéreo dessa forma.

Permanece a obrigação de utilizar a máscara, que deverá ser substituída a cada 4 horas. 

Além disso, somente os passageiros – exclusos, portanto, os acompanhantes – podem acessar os terminais nos aeroportos, sempre utilizando a máscara. Todos os viajantes são submetidos à medição da temperatura corporal com scanners térmicos: na Itália, aqueles que tiverem mais de 37,5º serão proibidos de embarcar (no resto da Europa, o limite é de 38º).

Para agilizar as operações de embarque e não criar aglomerações, as companhias devem tomar mediadas para que tais procedimentos aconteçam de maneira ordenada. Nesse sentido, é permitido embarcar a bordo só bagagens de mão de pequenas dimensões.

Transporte ferroviário

Nas estações ferroviárias é obrigatória a medição da temperatura corporal de todos os passageiros que viajam em trens de média e longa distância, trens de alta velocidade e InterCity. Aqueles que tiverem mais de 37,5º serão proibidos de embarcar. Tanto os trens como as estações ferroviárias são constantemente sanificados, enquanto as salas de espera não podem ser utilizadas.

Os assentos nos trens são atribuídos de maneira que seja respeitada a distância de um metro entre os passageiros (só as pessoas pertencentes ao mesmo núcleo familiar podem viajar uma ao lado da outra). Claramente é obrigatório utilizar a máscara, tanto nas estações, como nos trens.

Bares e restaurantes a bordo dos trens funcionam normalmente, mas não é possível, para o passageiro, se deslocar até os locais onde é efetuado o serviço: os funcionários entregam alimentos e bebidas em embalagens seladas e de dose única, usando máscara e luvas.

Ônibus de turismo

As duas regras fundamentais são, obviamente, o uso da máscara e o distanciamento social. Isso implica necessariamente com o fato de que os assentos sejam distribuídos de maneira que os passageiros mantenham um metro de distância entre si, limitando a capacidade dos ônibus. Pessoas do mesmo núcleo familiar podem viajar uma ao lado da outra, sem restrições. Para ter uma ideia, um ônibus de 52 lugares pode embarcar até 25 pessoas desconhecidas ou até 40 passageiros, se entre eles tiver alguns núcleos familiares.

Além disso, os veículos são higienizados no final de cada corrida; o motorista, além da máscara, deve utilizar luvas; e é disponibilizado para os passageiros um distribuidor de álcool em gel.

Cruzeiros

Até 14 de julho, os serviços de cruzeiros dos navios com bandeira italiana estão suspensos. Os navios de cruzeiro de bandeira estrangeira podem entrar nos portos italianos apenas para paradas técnicas, mas passageiros e tripulação não podem desembarcar.

Museus

Museus, instituições culturais, galerias de arte e sítios arqueológicos podem abrir as portas ao público, mediante a apresentação (às autoridades competentes) de planos aptos a garantir ingressos de forma escalonada, para evitar aglomerações, tanto nas bilheterias como nas salas de amostra, e para manter, em todo caso, o distanciamento mínimo de um metro entres os visitantes. O uso da máscara nos espaços fechados é obviamente obrigatório. A fiscalização por parte do Ministério da Cultura, para que as medidas sejam respeitadas, é constante.

Shows e espetáculos

Shows e apresentações em espações abertos e fechados – como teatros, salas de concerto e cinemas – são permitidos desde que os assentos sejam pré-designados respeitando o distanciamento social de um metro entre os espectadores (com exceção dos que pertencem ao mesmo núcleo familiar), até o número máximo de 1.000 espectadores para apresentações ao ar livre e 200 espectadores para shows em ambientes fechados.

Hotéis

A disciplina em matéria hoteleira é de competência regional, portanto cada região adota um protocolo próprio no que diz respeito às medidas a serem tomadas para garantir a segurança dos trabalhadores e usuários dos serviços hoteleiros. As providências, contudo, se assemelham muito, portanto relatamos aqui as medidas estabelecidas no protocolo adotado pela região Emília Romagna, que é um dos mais abrangentes. Seguem as regras principais:

  1. Todos os trabalhadores têm que estar equipados com dispositivos de proteção individual, que variam conforme a tarefa executada (luvas, óculos, avental, touca, etc.). Em todo caso, quando não for possível respeitar a distância interpessoal de pelo menos um metro, o uso da máscara se faz necessário.
  2. Máscaras, luvas descartáveis ​​e desinfetantes de superfície devem estar disponíveis, mesmo mediante pagamento, para os hóspedes que solicitarem.
  3. Na recepção e em outras áreas comuns do hotel é sempre obrigatório respeitar a distância interpessoal de um metro entre uma pessoa e outra. Para facilitar o respeito da distância, sugere-se a delimitação dos espaços (por exemplo, com adesivos colados no chão). Se possível, recomenda-se diferenciar os percursos de entrada e saída.
  4. É necessário disponibilizar aos funcionários e aos hospedes, em cada balcão da recepção e em vários pontos das áreas comuns (perto da entrada do elevador, nos corredores, etc.), distribuidores de álcool em gel com uma concentração de 60-85% de álcool para a higiene das mãos.
  5. Para garantir o necessário distanciamento durante as operações de check-in e check-out, é fundamental organizar a recepção de maneira que seja respeitada a distância mínima entre as pessoas, inclusive instalando um painel de vidro que separe o funcionário do cliente. Quando isso não for possível, se faz obrigatório o uso da máscara.
  6. Recomenda-se a adoção de medidas aptas a agilizar os procedimentos de acolhida e check-in, tais como:
    • convidar os hóspedes a enviar todas as informações necessárias antes da chegada, bem como uma cópia do documento de identidade que será mostrado no ato do check-in, fornecendo aos clientes as informações sobre o tratamento de dados pessoais;
    • sempre que possível, adotar sistemas automatizados de cadastro e autorização (como check-in eletrônico e chaves eletrônicas).
    • As chaves dos quartos devem ser desinfetadas ou substituídas a cada troca dos hospedes.
  7. A capacidade dos elevadores deve ser readequada para permitir o respeito da distância interpessoal (exceto que para as pessoas pertencentes ao mesmo núcleo familiar). Os botões dos elevadores têm que ser desinfetados com muita frequência.
  8. Nas áreas comuns (corredores, escadas, salões, etc.), todos os elementos que entram em contato com os hóspedes – como maçanetas, puxadores, painéis de botões, quadros, placas, extintores, etc. – devem ser desinfetados em intervalos regulares de acordo com o nível de uso.
  9. Os aposentos são limpos de maneiras diferentes, dependendo do fato de já estarem ocupados por um hóspede ou de serem destinados a receber um novo cliente. Em caso de quarto já ocupado, o aposento é limpo de acordo com a prática em uso no hotel. No caso apartamento destinado a um novo cliente, o mesmo está sujeito a uma limpeza completa seguida de desinfecção.
  10. No que diz respeito às refeições consumidas no hotel, vigem as seguintes regras:
    • Nas aéreas destinadas ao consumo das refeições, os espaços têm que ser organizados de maneira a permitir o distanciamento interpessoal de pelo menos 1 metro dos outros usuários (exceto para as pessoas pertencentes ao mesmo núcleo familiar e àquelas que dividem o mesmo aposento).
    • É proibida a modalidade de buffet self-service com alimentos expostos (algumas regiões permitem o buffet, mas, após a escolha do alimento pelo cliente, o mesmo é servido na mesa por um garçom).
    • Temperos, molhos, pão, bolachas, grissini, etc. podem ser disponibilizados exclusivamente em embalagens de dose única. Alternativamente, esses alimentos podem ser distribuídos aos clientes em porção única não embalada, mas servida diretamente.
    • É sempre obrigatório o uso da máscara por parte dos funcionários que trabalham com as refeições, enquanto o uso de luvas pode ser substituído pela lavagem muito frequente das mãos.
  11. As áreas de recreação infantil ao ar livre devem ser delimitadas e identificadas, indicando o número máximo de crianças permitidas. As crianças estão sujeitas à supervisão dos pais para o cumprimento dessas disposições. Em locais fechados, as áreas devem ser limpas e completamente desinfetadas diariamente.
  12. No caso de reservas múltiplas (famílias, grupo de amigos, grupos turísticos, etc.), o responsável pelo grupo – líder informal ou acompanhador turístico profissional – é incumbido dos procedimentos de check-in de todos os integrantes, inclusive as chaves dos quartos são entregues somente a ele. Onde possível, o hotel providencia ingressos separados para individuais e grupos e disponibiliza um balcão na recepção dedicado exclusivamente ao recebimento dos grupos. 
Bares e restaurantes

Nesse caso também tomamos como referência as medidas estabelecidas pela região Emília Romagna. Segue uma lista das mais significativas:

  1. Os espaços devem ser reorganizados de maneira a evitar aglomerações e garantir o distanciamento interpessoal de pelo menos um metro entre os funcionários, entre os mesmos e os clientes e entre os próprios usuários. Isso obviamente vale também para as pessoas que ocupam a mesma mesa (a não ser pertençam ao mesmo núcleo familiar).
  2. Todos os trabalhadores têm que estar equipados com dispositivos de proteção individual, que variam conforme a tarefa executada (luvas, óculos, avental, touca, etc.). Em todo caso, é obrigatório para todos os funcionários o uso da máscara, enquanto o uso de luvas pode ser substituído pela lavagem muito frequente das mãos (exceto que para quem manipula os alimentos: nesse caso, a utilização das luvas é obrigatória).
  3. É necessário disponibilizar, na entrada do local, um distribuidor de álcool em gel.
  4. A limpeza e desinfecção dos ambientes devem ser realizadas com uma frequência mínima de duas vezes por dia.
  5. É proibida a modalidade de buffet self-service com alimentos expostos, a não ser que o cliente escolha ao alimento e o mesmo seja servido na mesa por um garçom.
  6. Os cardápios fornecidos aos clientes têm que ser desinfectados após cada utilização.
  7. Temperos, molhos, pão, bolachas, grissini, etc. podem ser disponibilizados exclusivamente em embalagens de dose única. Alternativamente, esses alimentos podem ser distribuídos aos clientes em porção única não embalada, mas servida diretamente.

Pelo que vimos, a Itália se organizou para acolher em total segurança todas as pessoas que não queiram renunciar a gozar das belezas únicas que o Belpaese oferece. Esperamos que logo os brasileiros também possam voltar a viajar pelo mundo e especialmente pela Velha Bota, assim como desejamos com todas as forças que no mais breve tempo possível todas as medidas que expusemos não sejam mais necessárias e que se possa voltar a viajar com segurança e descontração!

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